Tecnologia
15/12/2016 - 12h18

Dono de site de traição paga US$ 1,66 milhão para encerrar investigação


A empresa expôs detalhes pessoais de milhões de pessoas que se inscreveram no site
 
O proprietário do site de traição Ashley Madison, que foi hackeado, pagou US$ 1,66 milhão para encerrar uma investigação conjunta da Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) e vários Estados norte-americanos sobre a falta de segurança e práticas enganosas, disseram a empresa e a procuradoria geral de Nova York nesta quarta-feira.
 
O restante do acordo de US$ 17,5 milhões de dólares foi suspenso baseado na incapacidade de pagamento da Ruby Corp, disse o escritório do procurador geral de Nova York, Eric T. Schneiderman, em comunicado.
 
A empresa revelou primeiramente que era alvo de uma investigação da FTC em uma entrevista à Reuters em julho.
 
O acordo segue investigações do FTC, 13 estados e no Distrito de Columbia que encontrou as práticas de segurança negligentes da empresa ADH, em vigor no momento da violação, em julho de 2015, que expôs os detalhes pessoais de milhões de pessoas que se inscreveram para o site, que tem como o slogan "A vida é curta. Tenha um caso".
 
A investigação também descobriu que Ruby, empresa conhecida anteriormente como Avid Media Life, foi rebatizada e criou perfis femininos falsos para atrair homens para que eles pagassem por conversas e mantinham as informações do usuário mesmo após clientes pagarem por um serviço para remover os vestígios da utilização.
 
Uma investigação conjunta de comissários de privacidade no Canadá e na Austrália informou que Ashley Madison havia violado as leis dos dois países.
 
Outro site, o JDI pagou US$ 616,165 mil em indenizações por práticas semelhantes em outubro de 2014.
 
 
Reuters 
 

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Fala Santos
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