Educação
19/07/2018 - 03h42

Brasil lidera ranking de universidades latino-americanas


A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foi novamente selecionada nesta quarta-feira (18) como a melhor da América Latina, junto com outras cinco instituições de ensino brasileiras, entre as dez melhores da região, segundo o ranking elaborado pela revista Times Higher Education (cuja sigla em inglês é THE).
 
O pódio liderado pelo Brasil é completado pelo Chile, com duas universidades entre as dez primeiras, além de México e Colômbia, com uma cada.
 
A classiÚcação, que analisa 129 universidades de dez países da América Latina, repetiu o pódio concedido no ano passado e voltou a situar nos dois primeiros lugares da lista a Unicamp e Universidade de São Paulo (USP), respectivamente. A Pontifícia Universidade Católica do Chile manteve a terceira posição.
 
O quarto lugar Úcou com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), seguida por Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores de Monterrey (México), Universidade do Chile, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Universidade dos Andes (Colômbia), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
 
Nesta nova edição, o ranking volta a contar com instituições de ensino superior do Peru e inclui pela primeira vez uma jamaicana, a Universidade das Índias Ocidentais, na 37ª posição.
 
O domínio do Brasil neste ano foi notável, com 43 universidades na lista, seguido por Chile (26), México (22), Colômbia (19) e Argentina (7), que tomou o quinto lugar da Venezuela, o único país a registrar uma diminuição no número de instituições na classiÚcação em relação ao ano anterior, passando de três para duas.
 
Em uma análise mais detalhada, THE destacou a liderança regional das universidades equatorianas em termos de projeção internacional e número de artigos acadêmicos, seguidas de perto pelas chilenas. De acordo com o levantamento, as universidades argentinas são as que têm o melhor ambiente educativo.
 
Phil Baty, diretor editorial da revista, comentou que as instituições latino-americanas foram afetadas por "profundas restrições econômicas e políticas" que estão "daniÚcando a sua atuação" no plano internacional, assim como "diminuindo o seu rico potencial".
 
"No entanto, os resultados mostram a resiliência e a ambição que estes centros têm para enfrentarem tais desaÚos e seguirem lutando para oferecer um serviço de qualidade aos seus países", aÚrmou Baty.


EFE
 

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Fala Santos
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