Meio Ambiente
25/03/2019 - 04h47

Proteção à vida marinha ganha reforço em São Vicente


O trabalho promovido há alguns anos na Cidade, pelos profissionais do Instituto Gremar, ganha o reforço de uma parceria mais intensa com a Prefeitura.


 
A preservação de animais e aves que têm como moradia o mar vicentino ganhou reforço na última sexta-feira (22), coincidentemente, Dia Mundial da Água. Em reunião descontraída e com muitas histórias de amor à Natureza, contadas e ouvidas com atenção, o prefeito Pedro Gouvêa e representantes do Instituto Gremar assinaram o Termo de Compromisso que oficializa a união de esforços em prol dos seres que encantam no mar e no céu das praias de São Vicente.
 
Com a iniciativa, o trabalho promovido há alguns anos na Cidade, pelos profissionais do Instituto Gremar, ganha o reforço de uma parceria mais intensa com a Prefeitura. “O trabalho desenvolvido pelo Gremar é essencial para a preservação da vida marinha e, principalmente, para a conscientização sobre o quanto é importante o respeito ao Meio Ambiente”, comentou Gouvêa, antes de assinar o Termo de Compromisso.
 
O prefeito também destacou que, a partir de agora, São Vicente vai poder ampliar o conteúdo sobre preservação ambiental oferecido na Rede de Ensino municipal. “A Rede de Ensino vicentina é a maior da Baixada Santista. E por meio da escola temos como ampliar o ensinamento sobre a importância de preservarmos o Meio Ambiente. E os profissionais do Gremar vão nos ajudar muito nesta missão”.
 
Contando com 37 profissionais, que atuam de Bertioga a São Vicente, o Instituto Gremar é referência no cuidado, na preservação e no estudo da vida de animais marinhos. “Desenvolvemos projetos de educação ambiental, fazemos a gestão da Fauna da nossa região, reabilitamos animais encontrados nas praias e que estejam em situação de risco e recolhemos e estudamos aqueles que chegam sem vida”, comenta Andréa Maranho, coordenadora técnica do Instituto Gremar.
 
No dia a dia dos profissionais do Instituto Gremar estão tartarugas (principalmente da espécie verde), toninhas, gaivotas, atobás, garças, quero-queros, guarás-vermelhos e muitos outros. Muitas vezes, eles são encontrados mortos. “De 2015 para cá, retiramos 381 animais das praias. Desses, 311 estavam mortos. Por isso, temos de reforçar o processo de conscientização. Por isso, com a assinatura do Termo, o nosso trabalho ficará ainda mais forte”, completa Andréa.
 
 
Da Redação
 

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