Educação
15/12/2020 - 09h08

São Vicente é confirmada como primeira cidade da Região a ter uma escola cívico-militar


Três escolas da cidade são candidatas.
 
São Vicente será a primeira Cidade da Baixada Santista e uma das primeiras do Estado de São Paulo a receber, a partir de 2021, o Programa Nacional da Escola Cívico Militar (PECIM). Confirmada pelo Ministério da Educação (MEC), a aprovação da Cidade foi anunciada na quinta-feira (10), durante a visita do deputado estadual Tenente Coimbra ao prefeito Pedro Gouvêa. 
 
Pleiteada no início do ano, também por intermédio do parlamentar, a inclusão de São Vicente no PECIM tem a EMEF Professor Lúcio Martins Rodrigues, a EMEF Prefeito José Meireles e a EMEF Professor Jorge Bierrenbach Senra como candidatas à sede da proposta do Governo Federal. A escolhida será anunciada em breve. 
 
“Estamos orgulhosos por receber a confirmação de que São Vicente será uma das primeiras cidades a fazer parte do Programa Nacional da Escola Cívico Militar. A proposta é interessante e nos possibilitará oferecer mais um diferencial para a Educação vicentina. Três escolas foram indicadas dentro do critério estabelecido pelo Ministério da Educação. Em breve, teremos a confirmação da escolhida”, disse o prefeito Pedro Gouvêa. 
 
Pela proposta, após a seleção da escola será montado um grupo de trabalho com representantes da Prefeitura, da Secretaria de Educação (Seduc) e de supervisores e diretores da escola selecionada. O grupo vai definir a estratégia para a divulgação da consulta pública sobre a implantação do sistema cívico-militar na unidade de ensino escolhida. 
 
Na reunião, que contou com a presença do secretário executivo do prefeito, Dene Guimarães Martins, o deputado estadual Tenente Coimbra desmistificou alguns mitos atribuídos à proposta para a implantação das escolas cívico-militares. Entre eles, a de que as crianças serão doutrinadas a terem um pensamento de direita.
 
“Isso não é verdade. As escolas cívico-militares incentivam o desenvolvimento do pensamento próprio dos alunos e não têm como objetivo pregar qualquer ideologia política”, destacou, entregando para o prefeito um folder com respostas para outras dúvidas sobre a proposta.
 
O material informa, por exemplo, que as escolas não são uma imposição do Governo Federal, que abre, na verdade, a opção para que estados e municípios solicitem a adesão do modelo ao MEC. Os funcionários da escola não vão perder seus empregos e nem serão substituídos por militares. Além disso, o militar atuará, em colaboração, nas áreas de gestão escolar e disciplinar, a fim de contribuir com a ordem e a segurança do ambiente escolar. Somente militares da reserva cumprirão a função.
 
 
Da Redação
 

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